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Um dos aspectos mais importantes de uma cultura digital é o desenvolvimento de estratégias empresariais baseadas em dados.
A verdade é que, atualmente, os dados movem o mundo. Tudo o que fazemos na internet se torna um dado. As formas como interagimos com produtos são dados. E as ferramentas de Inteligência Artificial, que agora fazem parte da rotina de diferentes profissionais, também só funcionam por conta dos dados.
Ou seja, os dados são insumos valiosos para as estratégias de toda a empresa. Sendo assim, todas as tomadas de decisões de uma organização — especialmente as mais estratégicas —, são e devem ser baseadas em análises de dados.
Por isso, não somente a área de tecnologia, mas todas as pessoas colaboradoras de uma empresa precisam ter conhecimento em análise de dados, mesmo que seja um conhecimento básico.
E, como você verá mais adiante, o conhecimento de análise de dados tem diferentes níveis de complexidade: desde noções em Excel até conhecimentos mais avançados em Python e outras linguagens de programação.
Pensando nisso, o objetivo deste artigo é refletir sobre o que é análise de dados, quais os principais tipos e ferramentas e, principalmente, qual é a importância desse processo para a estratégia das empresas.

A análise de dados é o processo de aplicação de técnicas, estatísticas e lógicas para avaliar alguns tipos de informações. Isso compreende a inspeção, investigação, armazenamento e acompanhamento de dados para obter novos conhecimentos.
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O principal objetivo da análise de dados é extrair insights relevantes a partir das informações. Ou seja, a ideia é conseguir resultados mensuráveis e úteis.
A partir de dados de diferentes fontes, é possível orientar estratégias mais assertivas, com foco no objetivo do negócio. Em resumo, a análise de dados empresariais é o uso de informações para a tomada de decisões de um negócio.
A análise avançada de dados compreende o processamento de grandes quantidades e diferentes formatos de informações de forma ágil. Em outras palavras, trata-se da evolução da análise tradicional, capaz de lidar com mais conteúdos — tanto em volume quanto em diversidade — de maneira mais rápida e precisa.
Essa capacidade analítica, viabilizada pela evolução das soluções tecnológicas, permite a aplicação da Inteligência Artificial, incluindo recursos avançados como os modelos LLM, em diferentes áreas da empresa.
Na prática, isso significa que as organizações conseguem visualizar o contexto de seu mercado com mais detalhes e em maior velocidade, criando oportunidades mais sólidas a partir de seus dados.
Para facilitar a compreensão, pode-se pensar a análise avançada de dados como um radar que transmite informações 24 horas por dia a partir de uma visão 360º: os dados cobrem todas as perspectivas, com agilidade e eficiência.
Além disso, a análise avançada também abrange os dados qualitativos, que consistem em examinar informações não numéricas — como textos, áudios e imagens — para identificar padrões, temas e insights.
Nesse caso, o foco está em compreender contextos, experiências e significados, em vez de somente quantificar informações. Métodos comuns incluem codificação, análise de conteúdo e análise temática, que ajudam a interpretar e explorar a complexidade desses dados.
É provável que você já tenha ouvido falar sobre Big Data, Data Science e Data Analytics. De fato, são conceitos que se tornaram bastante populares nos últimos anos.
No entanto, provavelmente, você pode já ter confundido esses termos ou ouviu alguém usá-los como se fossem sinônimos, não é mesmo?
A verdade é que, apesar deles tratarem do mesmo tema: dados, seus conceitos são bem diferentes, além dos objetivos e responsabilidades complementares dentro de uma organização. Confira mais detalhes, a seguir.
Para começar, Big Data refere-se ao imenso volume de dados gerados diariamente — mais de 2,5 quintilhões de bytes. Esse fenômeno abre novos caminhos e oportunidades para as empresas.
Em outras palavras, trata-se de um conjunto de informações caracterizado pelo alto volume, velocidade e variedade. Nesse contexto, a pessoa analista de Big Data tem como objetivo identificar os dados mais relevantes dentro desse grande universo e transformá-los em análises úteis para o negócio.
Para isso, suas funções envolvem desde a construção de sistemas de processamento de dados até a arquitetura de sistemas de distribuição, garantindo que as informações sejam organizadas, acessíveis e aplicáveis às decisões estratégicas da empresa.
O Data Science, por sua vez, é a ciência que estuda os dados. Seu principal objetivo é extrair valor estratégico dos dados.
Nesse contexto, a pessoa cientista de dados é responsável por desenvolver análises e métodos para prever o futuro com base em padrões de dados passados.
Por fim, Data Analytics é um método de apresentar os resultados dos dados. Ou seja, transformá-los em algo que pode ser facilmente visualizado em informações ou insights.
A pessoa profissional em Data Analytics é responsável por encontrar correlações significativas entre os dados e comunicar adequadamente as informações importantes extraídas para lideranças e equipes.
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Tendo em mente o que é análise de dados, o próximo passo é entender como colocar essa estratégia em prática. Abaixo, confira os 7 principais tipos de análises de dados que você pode utilizar no ambiente corporativo.
A análise descritiva é um dos tipos de análise de dados com base em fatos que já aconteceram. Como o próprio nome sugere, essa análise precisa descrever e tornar visível um fato que aconteceu na empresa.
Então, ela identifica problemas, recolhe e interpreta os dados para apresentar informações. São exemplos de análises descritivas os relatórios, as análises de negócios e a avaliação de resultados e métricas.
A análise preditiva é o tipo de análise que tem o objetivo de prever cenários futuros com base no estudo de padrões de informações. É importante ter em mente que, em uma análise preditiva, não é possível simplesmente prever o que vai acontecer, mas sim, o que “deve” acontecer “se” determinadas condições se confirmarem.
Sendo assim, esse tipo de análise usa comportamentos humanos, dados, insumos sociais e estatísticas que formam padrões para criar um algoritmo. Já esse algoritmo serve para ensinar às máquinas o padrão de repetição. A partir disso, cria-se uma constância que serve para fazer a previsão de comportamentos futuros.
A análise prescritiva usa algumas ferramentas estatísticas alinhadas à gestão de negócios para alcançar melhores resultados nos objetivos estratégicos.
De maneira geral, é uma análise que fornece dados que indicam caminhos para tomar decisões e alcançar resultados. Por isso, ela funciona como uma recomendação a algo potencialmente previsto.
Assim, a melhor forma de fazer uma análise de dados para tomada de decisão é criando projeções e, a partir disso, direcionando esforços para obter melhores resultados.
A análise diagnóstica se concentra em fatos que já aconteceram, assim como a análise descritiva. No entanto, esse tipo de análise tem como objetivo encontrar relações de causa e efeito para destrinchar algum acontecimento. Ou seja, serve para entender por que algum comportamento ou evento aconteceu.
A análise exploratória de dados visa avaliar e compreender melhor o conjunto de dados antes de aplicar técnicas mais avançadas de modelagem estatística ou Machine Learning.
Durante a análise exploratória de dados, são utilizadas diversas técnicas estatísticas e visuais para identificar padrões, tendências, outliers (dados que fogem do padrão) e relações entre as variáveis.
Isso ajuda a identificar possíveis problemas nos dados, como valores ausentes, inconsistências ou erros, e a tomar decisões mais informadas sobre quais técnicas de análise serão mais adequadas para o conjunto de informações em questão.
Alguns dos principais métodos utilizados na análise exploratória de dados incluem a estatística descritiva, gráficos de dispersão, histogramas, boxplots, matriz de correlação, entre outros.
Essas técnicas auxiliam na compreensão mais profunda dos dados e ajudam a direcionar as próximas etapas da análise, além de permitirem a criação de agentes de IA mais robustos.
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Baseada na interpretação de dados numéricos e estatísticos, essa análise busca quantificar problemas, comportamentos ou variáveis, transformando informações em números que podem ser medidos, comparados e analisados estatisticamente.
Esse tipo de estatística para análise de dados é fundamental quando se deseja ter uma visão objetiva e mensurável sobre um fenômeno, como taxas de conversão, indicadores de performance, produtividade e resultados financeiros.
Ferramentas como gráficos, tabelas, dashboards e testes de hipóteses são amplamente utilizados na análise quantitativa, tornando-a essencial para decisões baseadas em números concretos.
Por outro lado, a análise de dados qualitativos foca na interpretação de informações não numéricas, como opiniões, percepções, comportamentos, sentimentos e experiências.
Com isso, ela é utilizada quando o objetivo é compreender contextos, significados e padrões subjetivos que não podem ser traduzidos somente em números. Essa abordagem é muito comum em pesquisas de mercado, entrevistas, análises de redes sociais e estudos de comportamento de pessoas consumidoras, por exemplo.
Na prática, a análise qualitativa busca responder “o porquê” e o “como” dos fenômenos. Além disso, técnicas como análise de conteúdo, de discurso, categorização de respostas e interpretação semântica fazem parte desse processo.
Independentemente de qual a metodologia utilizada para realizar a análise de dados da sua empresa, alguns passos são fundamentais na maioria deles. Abaixo, listamos essas etapas para realizar o processo de forma eficiente:
Com tudo o que vimos até aqui, já é possível compreender melhor o papel da Business Intelligence e da análise de dados na gestão dos negócios. Para aprofundar ainda mais, vale observar como as ferramentas se conectam a esse processo.
Existem diferentes recursos disponíveis para a análise de dados. O próprio Excel, por exemplo, já exerce uma função importante nesse trabalho. No entanto, há soluções mais robustas que facilitam a integração e a interpretação de informações de múltiplas fontes.
Um bom exemplo é o Microsoft Power BI, desenvolvido como uma plataforma de análise de dados e negócios. Em resumo, o Power BI reúne serviços, softwares e aplicativos que trabalham de forma integrada para transformar dados em insights úteis e assertivos.
Na prática, sua principal aplicação está na criação de relatórios e painéis, os chamados dashboards, que apresentam informações de maneira visual, interativa e dinâmica. Assim, as empresas conseguem interpretar os dados de forma mais clara e, a partir disso, construir novos insights para apoiar decisões estratégicas.
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Especialmente na era do Big Data, muitas vezes é impossível manejar tantos dados sem o auxílio de ferramentas de automação.
No fim das contas, as empresas buscam maximizar a eficiência dos processamentos de informações sempre que for possível. Afinal, isso resulta em maior eficiência no processamento, no armazenamento e na limpeza dos dados.
Nesse cenário, o Python é uma linguagem de análise top-down. Ou seja, é uma análise do macro que vai se afunilando para nortear o sistema de análise de dados.
Sendo assim, é uma ótima ferramenta para desenvolver a automação das tarefas de Data Science. Além disso, ela possibilita programar tarefas repetitivas de forma simples e rápida.
Para empresas que estão pensando em desenvolver ou implementar soluções com Inteligência Artificial em seus processos, seja para modernização, automação de tarefas ou outros objetivos, a coleta e análise de informações é imprescindível. Afinal, é com elas que a IA pode desenvolver uma rede neural artificial (Deep Learning) de forma personalizada.
Desse modo, para treinar uma IA com base nos dados da sua empresa, é preciso dividi-los em duas partes:
Nessa divisão, a equipe ou uma pessoa especialista em IA, seja interna ou terceirizada, deve fazer um filtro nos dados que são realmente importantes ou não para as estratégias do negócio.
Porém, também há a possibilidade da empresa desejar fazer uma solução com dados que ainda não existem. Por exemplo, em uma fábrica de móveis, é possível criar um software que, por meio de imagens, inspecione se há defeitos ou não em seus produtos em uma linha de produção.
Nesse caso, é possível alimentar o sistema de IA com imagens de produtos corretos e defeituosos para ensinar o sistema a detectar quando há erros na produção e quando não há.
Vale destacar que, para isso, é necessário organizar e rotular dezenas, centenas ou até milhares de imagens, que aqui se aplicam como dados — tudo vai depender de quão complexo o sistema precisa ser para ser mais assertivo.
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A tomada de decisões com base na análise de dados é uma vantagem competitiva para a empresa, tanto em relação à inteligência nas estratégias da empresa quanto em relação à eficiência e colaboração entre os times.
Em resumo, os benefícios da análise de dados são:
Inteligência de mercado e a análise de dados estão inter-relacionadas na coleta e interpretação de informações para apoiar a tomada de decisões empresariais.
A inteligência de mercado usa dados para identificar tendências, oportunidades e ameaças no mundo corporativo. A análise de dados, por sua vez, é o processo de examinar essas informações para extrair insights valiosos e basear estratégias e decisões comerciais.
Em resumo, a análise de dados é uma ferramenta fundamental na inteligência de mercado para transformar informações brutas em conhecimento acionável.
Como vimos, o volume de dados gerados cresce exponencialmente em uma empresa, mas o dado por si só não tem valor. Ele precisa ser interpretado e transformado em insights. E é exatamente aqui que entram as lideranças tecnológicas, com a missão de conduzir esse processo de transformação de forma estratégica.
Dentre as lideranças de uma empresa, vamos destacar dois cargos especialistas nesse assunto:
Essas lideranças, entre outros cargos que ocupam funções semelhantes em negócios de médio e pequeno porte, podem guiar as informações para uma cultura organizacional orientada por dados, promovendo não somente a eficiência operacional, mas também a inovação, a agilidade e a competitividade.
Como já pontuamos, isso significa transformar dados em insights que apoiam o desenvolvimento de novos produtos, otimizam processos, antecipam tendências e fortalecem a experiência de clientes. Além disso, CAOs e CAIOs são fundamentais para a capacitação das equipes, tornando o conhecimento em Digital Skills mais acessível a todas as áreas da empresa.
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Não há dúvidas que construir uma cultura digital é a garantia para o futuro das empresas. Especialmente se considerarmos que, a partir das Digital Skills, as empresas podem ser mais eficientes, inovadoras e estratégicas.
Na prática, as competências digitais são habilidades essenciais para lidar com a presença da tecnologia no ambiente de trabalho, principalmente na era da Inteligência Artificial.
Esse movimento pode (e deve) ser liderado e apoiado pelos times de tecnologia. Mas não deve ser algo exclusivo das áreas tech, mas sim compreender toda a empresa.
Para isso, é imprescindível criar trilhas de aprendizagem que orientem diferentes times no desenvolvimento em Data Science e outros assuntos que estimulem a análise de dados em suas rotinas.
Afinal, todas as áreas da empresa precisam estar atentas aos movimentos do mercado para prever possibilidades, gerenciar riscos e entregar soluções mais inovadoras em seus mercados.
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Ao longo do artigo, vimos o conceito principal da análise de dados, bem como suas características, tipos e como fazer. No entanto, pode ser que ainda tenha ficado alguma dúvida. Por isso, respondemos a seguir algumas perguntas frequentes sobre o assunto. Confira!
Os KPIs (Key Performance Indicator), em português, “Indicadores-chave de Desempenho”, são métricas utilizadas para medir o desempenho de uma empresa ou de um projeto em relação aos seus objetivos e metas.
Eles são essenciais para acompanhar e avaliar o progresso de uma organização, identificar áreas de melhoria e tomar decisões estratégicas com base em dados concretos.
Na análise de dados, os KPIs desempenham um papel fundamental, por ajudarem a transformar os dados em informações acionáveis. Ao definir os KPIs corretos, é possível monitorar o desempenho de diferentes áreas da empresa, identificar tendências, detectar problemas e oportunidades, e tomar decisões informadas.
Para fazer uma análise de dados utilizando KPIs, é importante seguir alguns passos:
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Se você quer aprender sobre análise de dados, existem diversas opções de cursos e programas específicos na área. Em geral, esses programas fazem parte dos departamentos de ciência da computação, estatística, matemática aplicada, ciência de dados ou áreas relacionadas.
Nos cursos de análise de dados, você aprende a coletar, limpar, organizar e interpretar informações quantitativas para extrair insights e tomar decisões informadas. Isso inclui técnicas estatísticas, visualização de dados, modelagem estatística, Machine Learning, entre outros.
Além disso, também se aprende a utilizar ferramentas e softwares específicos para análise de dados, vistos anteriormente, como o Excel, Python, R, Tableau, entre outros.
Principalmente para facilitar o treinamento de IAs com dados, é importante saber diferenciar os conceitos, já que cada um pode ser o ideal para diferentes objetivos empresariais.
Basicamente, Machine Learning é o campo de estudo que permite que os softwares consigam aprender coisas novas sem a necessidade de serem sempre programados ou alimentados com dados.
Data Science, por outro lado, é o processo de tratar informações e extrair insights a partir de dados preexistentes — o tipo mais utilizado para desenvolver IAs empresariais personalizadas.
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Não. Uma empresa pode ter um banco de dados com milhares de informações, mas, muitas delas, podem não ser relevantes ou não fazer mais sentido para a atual situação da empresa.
Inclusive, a análise de dados é feita, especialmente, para detectar dados relevantes e extrair o que realmente vale a pena entre eles — e isso não vale só para arquivos antigos do negócio, mas para as informações constantemente adquiridas pelas organizações, por exemplo, ao analisar leads qualificados em uma ação de marketing.
O primeiro passo é criar uma cultura data-driven, onde os dados fazem parte da rotina, das conversas e das tomadas de decisão do negócio.
Além disso, é importante construir trilhas de aprendizado personalizadas para lideranças e equipes, que contemplem desde o nível básico até o avançado, envolvendo ferramentas de BI, Machine Learning e Inteligência Artificial.
Esse desenvolvimento pode ser realizado por meio de formações e cursos online, por exemplo. Já dentro da empresa, é possível criar hackathons, laboratórios de dados, entre outros desafios de negócios para fortalecer as competências e estimular a inovação.
E para apoiar as empresas nesse caminho, a parceria estratégica da Alura + FIAP Para Empresas oferece uma jornada completa de desenvolvimento em dados, tecnologia e inovação.
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